Mudando para uma cultura missional

3 minutos | Postado 1 ano atrás

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1. Avalie: Em que ano eu estou? 

Todos escolhemos viver numa era… O tempo que escolhemos viver está alinhado com o processo de mobilização do mundo atual?

2. Mudanças dos programas para processos: 

Os líderes ficam importando programas, mas os programas não funcionam a todo tempo. Como podemos nos engajar em processos? Como criar processos para envolver pessoas, ganhar pessoas? Os programas nunca funcionam do mesmo jeito em dois lugares diferentes. Precisamos de processos para cumprir os propósitos. Os propósitos são universais, mas o processos são diferentes. O programa não é a resposta, é uma ferramenta.

3. De índices geográficos para discernimento de crescimento de igreja: 

Não temos uma maneira apenas de alcançar as pessoas. Temos que decifrar cada comunidade. Não medir a igreja apenas pelo índice de batismo, de presença, etc… mas ir além.

4. De Modelos para Missões: 

É fácil tentar copiar modelos de outros por que no fundo queremos o sucesso deles no nosso próprio contexto. Como podemos colher idéias sem que precisemos copiar modelos? Células, DNI, Propósitos, Integral, Mega Churchs, Home Churchs, CEBs, etc… Devemos fazer a mesma pergunta que os missionários transculturais estão fazendo: “Como podemos ser relevantes em nosso contexto”. Que métodos de evangelismo eu posso usar nesse contexto que pode honrar o evangelho? Como que as igrejas do nosso bairro podem ser missionais em sua comunidade?

5. De atracional para encarnacional: 

É a idéia de que se fizermos um bom programa as pessoas virão. A idéia de que a atração faz tudo. Muito tempo focando no Celeiro ao invés da colheita. A visão encarnacional está mais interessada na colheita do que no celeiro. 

6. Da uniformidade para uma diversidade: 

Não é que todos as igrejas devem ter a mesma cara. Mas que todos falem do mesmo princípio com manifestações diferentes de atuação. Ser uma expressão local da igreja que representamos. A resposta é termos todos buscando o mesmo alvo – CRM: Envolvimento.

7. Do profissional para o apaixonado: 

Os verdadeiros ministros não são aqueles que possuem o diploma no seminário –  TODOS SÃO MINISTROS (sacerdócio de todos os crentes, cada um usar o seu dom como despenseiros da multiforme graça). Quando a Bíblia diz todos e nós vivemos como alguns, então alguma coisa está errada! Todos são chamados para o ministério. Todos são enviados em missão! A diferença é para onde, para que pessoas? 

8. De Sentados para enviados: 

Não medimos a grandeza da igreja por quantas pessoas estão sentadas nos bancos, mas de quantas conseguimos enviar. Precisamos analisar o impacto de crescimento no reino de Deus. Por isso o treinamento, a visitação, a capacitação é vital! Precisamos transacionar o slogan “Cada membro um ministro”, para “cada membro um missionário” na sua comunidade.

9. De convertidos para discípulos: 

Se ganharmos milhares a Cristo e não ficamos se quer com a metade, não fazemos discípulos. O que fazemos? Vamos discipular ou evangelizar? Não temos como separar isso, quem é discípulo é um missionário!

10. De adição para multiplicação: 

Tudo que é vivo se reproduz! Um dos sinais de que existe vida é que há reprodução. Mas encaremos o fato de que não tem havido nem tanto adição, quanto mais reprodução. Quando nos conduzimos num PROCESSO de plantação de igrejas, envolvimento de membros então percebemos que é melhor multiplicar do que crescer por adição.

Alex Palmeira

Salvo pela graça, servo de Jesus, em missão como embaixador do reino de Deus – atua como diretor do movimento PN5.

União Sul Brasileira da IASD