Finalidade e Natureza da igreja

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A natureza da Igreja em ATOS

Acomodação do CRM a visão da natureza da igreja

 

“A resposta não pode girar em torno do que queremos ou do que pensamos que o mundo deseje ou precise seja essa finalidade. A finalidade da igreja só pode derivar autenticamente da vontade de Jesus Cristo, sua Cabeça, seu Espírito que lhe dá vida; do Pai que a adotou e da missão trinitária de Deus.”    –Lesslie Newbigin

 

As razões de ser da igreja e da equipe ministerial

Atos 2:37-47

PROCLAMADORA

1. No pentecostes os discipulos saem pelas ruas e proclamam a verdade que mudou a vida deles, que Jesus é o senhor da vida deles.
2. O senhorio de Jesus não é apenas da igreja, da nossa vida, mas de todo o cosmo.
3. João Batista proclama: está próximo o reino dos céus (Mt 3:2)
4. Jesus declara ter sido enviado para proclamar o evangelho do reino de Deus (Lc 4:43)
5. Os discípulos proclamam: “Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo“ (At 2:37)
6. A igreja existe como monunidade querigmática dos discípulos que confessam a Cristo como Senhor.
7. A confissão querigmática “Jesus é o Senhor” obrigatoriamente implica movimento para fora, em direção ao mundo, a arena e o receptor da proclamação querigmática da igreja
8. Aqueles que se julgam discípulos de Jesus não podem confessar que Jesus é o Senhor sem, ao mesmo tempo, proclamar o seu senhorio sobre todos.
9. Relação: confissão e comissão – implica como marca missionária da igreja enviada ao mundo
10. É aqui que a adoração e a liturgia, precisam se encaixar na percepção missional da igreja. mesmo as cerimonias, ordenanças da igreja é para paulo uma questão de proclamar a morte de Cristo até que ele volte (1 co 11:26).
11. A proclamação verbal do querigma e a proclamação visual das ordenanças fortalecem a confissãoque a igreja faz de que Jesus é o Senhor.
12. O que não faz sentido é que a proclamação evangelística seja feita pelos discípulos de Cristo exclusivamente para os discipulos de Cristo, dentro dos limites da igreja local.
13. A proclamação só é querigmática quando intencionalmente dirigida aos que não aceitaram Jesus como senhor
14. Assim, Jesus envia o seu povo para um encontro radical com o mundo. isso faz nascer uma necessidade e uma energia que impelem a igreja para frente, em seu amor que brota para fora, por meio da confissão para chegar à ação – ou seja, a diaconia.

TESTEMUNHA

- Atos 1:8 testemunha em todos os lugares (crescimento geográfico e cultural)
- Uma comunidade de coinonia amorosa, uma vida em comum, uma proclamação querigmática de que Jesus é o Senhor, um compartilhamento com os necessitados por meio de um ministério diaconal de amor, todos juntos geram a martiria – um poderoso testemunho da natureza missionária da igreja.

MARTYS

1. Testemunha judicial de fatos
2. Testemunha de fatos numa confissão de fé
3. Declaração de um fato como testemunha ocular de um ocorrido
4. O testemunho evangelístico da natureza e da importancia de cristo
5. Martírio

- As pessoas que não conhecem a Jesus devem vir a conhecê-lo na presença, na proclamação e nos atos e palavras persuasivas da igreja.
- A igreja missionária testifica o fato de que Jesus está vivo e é a cabeça do corpo, a igreja, por meio da comunidade de coinonia amorosa, da confissão de que Jesus é o senhor e dos atos de serviço diaconal.
- O trabalho de trazer reconciliação de deus ao mundo é o cerne do testemunho da igreja. por meio de sua coinonia amorosa, que expressa sua fé em querigma e diaconia, a igreja testemunha dizendo ao mundo: “reconciliem-se com Deus”

SERVIÇO

1. Quem confessa a Jesus como Senhor é um servo
Nenhum servo é maior do que o seu mestre (ele lava os pés dos discípulos) – Jo 15:20
2. A postura de servir com humildade é uma exigência que se faz aos discípulos

3 ASPECTOS DO DISCIPULADO QUE CONSTITUEM O CONCEITO DE SERVO

1. O testemunho
2. O ato de servir uns aos outros
3. O sofrimento por causa Cristo ( Mt 5:1-16)

Mt 25:31-36 – DIAKONIA

1. O julgamento final – Jesus não fala de discipulos julgados com base em boa conduta, sacrifício, vida religiosa, liturgia, teologia ou constituição racial. Na condição de servos, eles são julgados pelo que fizeram os deixaram de fazer por aqueles de seu mundo que estavam em necessidade patente. 2. São julgados com base em sua diaconia como servos do mestre, que deu a vida em resgate de muitos.
3. Amar uns aos outros – a prova suprema do discipulado.
4. Após o pentecostes os discipulos começaram a operar milagres, curar enfermos e cuidar dos necessitados.
5. Quando já não podiam cuidar do trabalho diaconal, desenvolveu-se um novo modelo de ministério – o diaconato!
6. O NT deixa claro que o serviço diaconal deva ir além da comunidade crente.
7. Diaconia não é simplesmente mais uma coisa boa que podemos fazer, ou ainda apenas um braço que deve ser estendido para o mundo em que vivemos. é natureza da igreja servir as todas as pessoas necessitadas em todos os lugares.

COMUNHÃO

1 Co 13 – se a igreja diz ser una, santa, católica, apostólica, mas não tem amor, nada é.

Que vos ameis uns aos outros; Aonde estiverem reunidos em coinonia de amor, lá ele estará.

1. A coinonia  da igreja como comunidade de amor é o fundamento para a diaconia, o querigma e a martiria
2. A ausencia do querigma, da diaconia, da martiria pode significar que a igreja voltouse para dentro de si mesma a tal ponto que não há mais o tipo de coinonia de que Jesus falou.
3. Não podemos esquecer que todos saberão se os discipulos amam uns aos outros dentro da igreja, porque esse amor deve ser externado – do contrário vira coinonite

O PERIGO DA KOINONITE

1. Coinonite – existe quando se perde a finalidade para qual a comunhão existe!
2. As igrejas que perdem a coinonia perdem a comunhão com Cristo que uniu a promessa à ordem:Promessa: estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos;Ordem: ide, e façam discipulos

Compromisso com a Bíblia

Dedicada a Oração

Pastoral

Ensino

Adoração

Alex Palmeira

Salvo pela graça, servo de Jesus, em missão como embaixador do reino de Deus - atua como diretor do movimento PN5.
União Sul Brasileira da IASD